Depilação Definitiva

Tudo o que você sempre quis saber sobre o assunto e nunca teve a chance de perguntar

por Deise Garcia fotos André Penteado
fonte: http://boaforma.abril.com.br/edicoes/194/fechado/Beleza/conteudo_170.shtml?pagin=1

Se os seus pêlos formam uma discreta, suave, sexy penugem loira, harmoniosamente distribuída pelo seu corpo, a depilação a laser, definitivamente, não é prioridade na sua vida. Mas, se você faz parte da legião de mulheres que sofre com uma massa de fios escuros, grossos, rebeldes, espalhados pelo corpo todo, o método pode ser libertador. Sim, porque ao final de algumas sessões praticamente 100% dos pêlos terão desaparecido. Além disso, já na segunda aplicação, eles estarão mais claros e finos. Outra boa notícia é que o laser está democrático: novas máquinas permitem que peles negras, morenas e bronzeadas também sejam depiladas. BOA FORMA ouviu especialistas na área que contam, tintim por tintim, os segredos da técnica.

Como o laser funciona?
Ele elimina o pêlo porque a sua energia, em forma de luz, é atraída e captada pela melanina, pigmento presente na haste do fio e responsável pela sua coloração. Essa energia térmica destrói ou retarda a capacidade de o folículo produzir um novo fio. Os pêlos que não são eliminados na hora crescem lentamente, mais claros e finos. “Quanto mais escuro o pêlo, melhor ou resultado com o laser”, explica a dermatologista Claudia Marçal, de Campinas (SP).

A aplicação dói?
Depende. Se você agüenta firme a cera, não vai sofrer tanto assim com o laser. Mas saiba que há, sim, um desconforto em cada disparo. “A sensação de ardência varia conforme a sensibilidade de cada mulher, a área que está sendo depilada, o nível de stress e até o período do ciclo menstrual”, explica
a especialista em laser Alessandra Passos, da Clínica Dicorp, em São Paulo (SP). “Quanto mais fina e sensível for a pele, maior é a sensação de desconforto”, complementa a dermatologista Claudia Marçal. O uso de anestésicos locais, como o Emla e o Anestop, tornam as sessões menos doloridas — principalmente em áreas mais sensíveis, como o buço, ou em sessões longas.

Como fica a pele após a primeira sessão?
O local fica quente e vermelho. “O incômodo dura de duas a quatro horas em média e, posteriormente, algumas áreas podem escurecer um pouco e formar crostinhas, que desaparecem em questão de dias”, diz o cirurgião dermatológico, especialista em laser, João Carlos Pereira, de São José do Rio Preto (SP).

Para quais áreas o laser é mais indicado?
“Todas as áreas do corpo respondem bem a ele”, diz o cirurgião plástico Marcelo Mariano, de Brasília (DF).

Qual o número mínimo de sessões? Por quê?
Segundo a Sociedade Brasileira de Laser, o tratamento dura seis sessões, em média. A cada aplicação, muitos dos folículos pilosos são destruídos, não produzindo mais pêlos, enquanto outros são danificados, permitindo que os fios voltem a nascer. A cada sessão adicional, os sobreviventes vão diminuindo e, depois de quatro a seis aplicações, restarão apenas alguns pêlos na área tratada.

Se eu tiver poucos pêlos, posso eliminá-los em uma só sessão?
Não. O pêlo só é destruído durante a fase de crescimento. Mesmo em uma área com poucos fios, parte estará crescendo, parte em repouso. As sessões são realizadas em média a cada 30 dias para que possam atingir os pêlos nas duas fases. “Após a primeira aplicação, os resultados já são visíveis e, ao
final de seis aplicações, quase todos os pêlos são eliminados”, explica o cirurgião dermatológico João Carlos Pereira.

Que cuidados devo ter antes e depois da sessão?
“O ideal é ficar pelo menos três semanas sem tomar banho de sol antes de começar o tratamento”, conta o dermatologista Erasmo Tokarski, de Brasília (DF). Depois de cada sessão, é comum a aplicação de um gel calmante ainda na clínica. Evite calor ou transpiração intensos e sol no local. No caso de ardência ou queimação, faça compressas geladas por 30 minutos.

Há algum perigo no uso do laser?
Sim. Se a intensidade do aparelho não for bem calculada, podem ocorrer queimaduras de segundo grau, formação de bolhas em alguns pontos ou ainda o escurecimento temporário da região afetada. “Por isso mesmo, o ideal é que a primeira sessão seja bem leve, numa baixa graduação do aparelho. Assim, o profissional pode avaliar a pele”, destaca a dermatologista Alessandra Passos. Dependendo do tipo de laser utilizado, se você tomar sol diretamente na área depilada nos primeiros dias após a sessão, corre o risco de manchar.

As negras correm mais risco de ter manchas?

Depende. Apesar de o laser ser atraído pela cor e de as negras possuírem maior quantidade de melanina (substância que dá o tom à pele), os aparelhos modernos, como o Quantum e o Light Sheer, apresentam um mecanismo de regulagem do comprimento e da intensidade da luz. Isso permite que mulheres de pele morena ou negra possam fazer a depilação sem o risco de manchar.

Como vou saber qual é o melhor tipo de laser?
No Brasil, a maioria das clínicas trabalha com o Quantum e o Light Sheer, ambos de diodo, que podem ser usados em todos os tipos de pele. Mas existem ainda o laser de Alexandrite (das máquinas Apogee, GentleLaser), outro laser de diodo (da Spatouch) e a luz intensa pulsada (da Quantum HR e Epilight).
Só o médico especializado em laser sabe o que é melhor para você.

Laser é igual a luz pulsada intensa?
Não exatamente. O resultado e o princípio de destruição do pêlo são os mesmos, mas a operacão é diferente. A luz pulsada — diferentemente do laser — tem um comprimento de onda luminosa específico para reduzir o folículo de forma gradual. “Por ser mais suave, pode ser usada em peles morenas, negras e asiáticas, em qualquer coloração de pêlo (loiro, castanho, ruivo ou preto) e no corpo todo”, explica a dermatologista Claudia Marçal. A grande desvantagem é que o tratamento com a luz pulsada é um pouco mais demorado: exige, em média, duas ou três sessões a mais do que o laser.

Se eu usar descolorante, o laser não funciona?
Há controvérsias. Alguns profissionais liberam o uso, já que a descoloração é apenas na parte externa do pêlo. Outros afirmam que o descolorante prejudica a ação do laser. Na dúvida, é melhor manter o fio escuro antes de cada sessão.

A depilação é para sempre?
“Não. Nenhum laser proporciona depilação definitiva, já que alguns podem voltar a nascer após algum tempo. É necessária uma manutenção anual, para o pêlo mais teimoso que possa surgir”, explica o dermatologista Cássio Villaça, professor assistente de dermatologia e cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (SP). Porém a associação da técnica certa com um bom profissional e um aparelho qualificado para o tipo de pele garante depilações duradouras.

Como é a manutenção?
Depende do aparecimento de novos pêlos no local. Imagine a pele como um campo semeado. Você pode retirar toda a plantação madura, mas nada impede que uma semente esquecida germine depois de alguns meses ou anos. Com o pêlo acontece a mesma coisa. “Isso é possível porque existem folículos imaturos, que vão se desenvolver no futuro”, explica a cirurgiã plástica Cristina Camargo, de São Paulo (SP).

Durante o tratamento, posso me depilar?
A depilação com cera quente ou fria, pinça ou eletrólise deve ser evitada por entre quatro e seis semanas antes e durante o tratamento a laser. “O uso de lâminas e cremes depilatórios é permitido porque esses procedimentos preservam a estrutura do pêlo, mantendo sua haste intacta no folículo”, explica a dermatologista Jozian Quental Mendes, de São Paulo (SP).

Posso tomar sol após a sessão?
Depende. A rede de clínicas estéticas Dicorp já disponibiliza no Brasil um tipo de laser que permite o sol após a sessão. “Ele atravessa a epiderme sem marcá-la, agindo diretamente na raiz do pêlo. Isso impede que a pele manche”, explica a dermatologista Alessandra Passos. “A desvantagem é que, por atuar em uma camada muito vascularizada, repleta de terminações nervosas, a sessão é mais dolorida que a do laser normal”, complementa.

Eu experimentei - Deise Garcia, editora de beleza
“Dos vários tipos de laser disponíveis no mercado, eu testei dois dos mais famosos, conhecidos e modernos: o de diodo e o laser a luz pulsada. Até o fechamento desta edição, eu ainda não havia conseguido concluir as seis sessões recomendadas — fiz uma média de duas, três aplicações de cada um em várias partes do corpo. A minha primeira experiência foi com o laser de diodo, feito no buço e nas axilas. Confesso que me assustei um pouco quando a doutora Cristina Camargo raspou o local com lâmina. Imaginei um bigode gigante nascendo após alguns dias. A boa notícia é que a aplicação é quase indolor, rápida e, após alguns dias, quando os pêlos começam a nascer, você já percebe falhas enormes. Além disso, os que voltam a nascer são claros e finos. Após três aplicações, não tinha mais nada nas axilas e alguns poucos teimosos no buço. A segunda experiência foi com a luz pulsada. Segundo a doutora Alessandra Passos, é a opção ideal para pessoas como eu, de pele bem branquinha e pêlos escuros, porque a máquina possibilita escolher o tipo e o comprimento da luz sem grandes riscos de manchas. A aplicação é um pouco dolorida e incômoda — o local recebe uma generosa camada de um gel gelado e grudento (dá vontade de tomar banho depois). Fiz o teste na virilha em meia perna. Os pêlos tambêm são raspados e o local fica quente e avermelhado por algumas horas. Porém, apesar do discreto incômodo, entre a primeira e a segunda sessão (essa última feita após 40 dias), não havia quase nada de pêlos e eu não precisei raspá-los nenhuma vez.”
As áreas próximas aos joelhos e aos tornozelos são mais sensíveis
**O laser evita o encravamento, muito comum nas virilhas
**As axilas podem ser depiladas com lâmina durante o tratamento
**Prepare-se: o buço é um dos locais mais doloridos
O exercício físico que mais emagrece
Para funcionar, atividades têm que exigir esforço progressivo
Francine Lima
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI62525-15257-2,00-O+EXERCICIO+FISICO+QUE+MAIS+EMAGRECE.html
 

Qual é o melhor exercício para perder 20 quilos? É o levantamento mais lento de garfo, poderiam dizer os médicos, fisiologistas e profissionais de educação física. Fazendo-se as contas, é fácil entender por que a dieta faz mais diferença na perda de peso que o exercício físico. O corpo perde massa quando gasta mais energia do que ingere. De toda a energia gasta por uma pessoa, 15% a 25% correspondem à atividade física. Quem tem uma dieta de 3.000 calorias por dia (bem acima da recomendada para um adulto não-atleta) e gasta 2.500 calorias para estar vivo teria de queimar pelo menos 600 calorias extras com exercícios se quisesse emagrecer sem mexer na dieta.

Mas os exercícios de alto gasto energético, como o boxe, são pesados demais para os obesos sedentários. A falta de preparo e as doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão, poderiam nocautear o obeso muito antes de terminar o primeiro round. Para fins de perda de peso, portanto, mais vale reduzir o tamanho do prato. Então, para que serve o exercício se não é para queimar as calorias a mais?

O exercício físico “ensina” o corpo a usar os combustíveis fornecidos pelos alimentos de forma mais eficiente. No sedentário, afirma o médico do esporte Paulo Zogaib, o metabolismo está acostumado a estocar em forma de gordura quase tudo que entra. Como o corpo do sedentário se mexe pouco e gasta pouca energia, as calorias contidas em doces, massas, carnes e frituras vão quase todas aumentar os estoques de gordura dentro das células adiposas.

Quando a pessoa começa a se exercitar, os músculos precisam de mais energia do que estavam acostumados a usar, e o metabolismo é obrigado a se ajustar à nova necessidade. É aí, nesse ajuste, que começam a surgir os benefícios. Um deles é a maior capacidade de transformar gordura armazenada em energia. No sedentário, durante a atividade física, o corpo usa quase somente açúcar (glicose) como combustível. Mas o açúcar sozinho não serve para esforços de longa duração. Na queima do açúcar, fica um resíduo metabólico chamado ácido lático, que causa a dor da cãibra e limita o tempo de esforço. A gordura armazenada é um combustível mais eficiente, e é o condicionamento físico que mostra ao corpo o caminho até ela.

A questão é qual exercício vai ter melhor resultado em cada pessoa. O tempo de esforço que cada um suporta depende do peso corporal, da quantidade de massa muscular, da capacidade de consumo de oxigênio e de muitos outros fatores. Segundo Zogaib, não vale a pena apostar todas as fichas num exercício muito difícil, que vá esgotar suas energias em dois minutos. Nem num muito fácil, que se possa suportar por uma hora mas que não vá mudar nada no metabolismo. “O ideal é procurar um nível de esforço que seja difícil e que se possa continuar por 20 a 30 minutos”, diz. Normalmente, isso equivale a algo entre 60% e 70% da carga máxima que você aguenta, que pode ser medida pelos batimentos cardíacos.

A chave para ter resultado sempre é não se acomodar no esforço confortável. Como o corpo condicionado fica mais capaz de realizar esforço, exercitar-se aquém dessa capacidade significa descansar. É preciso dificultar um pouco mais o exercício a cada vez.

"Quando o corpo se ajusta ao maior consumo de energia, surgem os benefícios"
PAULO ZOGAIB, médico do esporte

Os exercícios contínuos de longa duração (caminhada, corrida de fundo, natação) foram por muito tempo considerados a melhor opção para emagrecer. Mais recentemente, no entanto, percebeu-se que é mais fácil perder peso combinando esses exercícios (chamados aeróbicos) com os exercícios de força, que aumentam a massa muscular. Isso porque os músculos são grandes consumidores de energia. A musculação aumenta esse consumo não só durante, mas também horas depois do exercício. Num estudo com adolescentes obesos realizado pelo Grupo de Estudos da Obesidade (GEO) na Universidade Federal de São Paulo, a eficácia dessa combinação foi testada e comparada com aquela antiga, recomendada pelo Colégio Americano de Medicina do Esporte. Todos os voluntários seguiram durante um ano a mesma terapia, que inclui exercícios monitorados, orientação nutricional, atendimento psicológico e atendimento clínico. Mas, na hora dos exercícios, ao longo de 14 semanas, eles foram divididos em dois grupos. Parte deles fez 60 minutos de caminhada ou corrida na esteira, três vezes por semana, enquanto os demais fizeram 30 minutos de exercício na esteira mais 30 minutos de musculação.

Esses 30 minutos de musculação não eram iguais em todas as sessões. A cada dia da semana havia um treino com cargas diferentes. E, a cada quatro semanas, a sobrecarga usada mudava. É a periodização. “Esse tipo de treino normalmente é proposto para atletas e esportistas”, diz Denis Foschini, autor do estudo. Ao final, ele observou nos voluntários do grupo da musculação um melhor ganho de saúde em comparação com o primeiro grupo. Foram registrados melhores resultados em matéria de resistência à insulina, colesterol, força e massa muscular, taxa metabólica de repouso e diminuição da dor. “O grupo que fez só esteira perdeu força, enquanto o da musculação aumentou a força muscular em 300%, em média”.

Luis Filipe Galo, de 19 anos, entrou no programa pesando 98 quilos e saiu com 74. Ele ficou surpreso quando, após a bateria de exames que a equipe da Unifesp encomendou, no começo do ano passado, foi diagnosticado como obeso, com problemas no fígado, resistência à insulina e um tumor maligno na tiroide. Até então, sua barriguinha proeminente, nem tão grande assim, não incomodava muito e ele levava tranquilo sua vida sedentária. Por sugestão da mãe, inscreveu-se no programa da universidade. Logo que começou com os exercícios e a dieta, aderiu ao novo estilo de vida. “No começo dói o corpo todo. Mas adorei tudo desde a primeira semana”, diz Galo. Agora ele tem de se cuidar por conta própria. Sem a tiroide por causa do tumor, pretende manter o peso numa academia assim que se recuperar da cirurgia.

Ainda que a perda de peso seja lenta, os resultados das alterações metabólicas podem ser sentidos longe do espelho. À medida que se adapta aos novos esforços, o corpo sofre menos para executar movimentos que antes eram um suplício. A estudante Fernanda Larissa Camilo já tinha tentado diversas vezes perder peso numa academia. A inibição diante de sarados e magrinhas e o tédio na musculação a levavam a desistir. Depois de um ano de terapia com o GEO, já acha o exercício prazeroso. “Fico feliz quando consigo aumentar a carga”.

Os especialistas afirmam que é mais importante apreciar as pequenas mudanças e adotar para sempre o hábito de se mexer que realizar grandes esforços e emagrecer rapidamente. Com o tempo, um lance de escada que antes causava suadouro exagerado, dor nos joelhos e preguiça passa a fazer parte do cotidiano. Mais disposto e sem dores, o ex-obeso começa automaticamente a se movimentar mais e a gastar mais energia. É um longo processo, mas ele funciona.

Qual o exercício emagrece mais
A melhor opção é sempre aquela que você não vai largar. Invista no prazer

O conselho dos especialistas é: pratique a atividade física de que você mais gosta. Assim é mais fácil manter o hábito. Até jogar peteca dá bom resultado. Basta ir ajustando a duração e a intensidade à medida que aumentar sua capacidade. Depois, pode-se evoluir para modalidades mais intensas. Quem quer praticar corrida deve se certificar de que as articulações estão aptas a suportar um impacto equivalente ao dobro de seu peso corporal. “É preciso muito cuidado com o aparelho locomotor”, diz Arnaldo José Hernandez, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.


 

CAMINHADA
Apesar de ser um dos exercícios mais leves, pode representar um esforço intenso para uma pessoa muito pesada e sedentária. É a modalidade mais segura. De baixo impacto, não força muito as articulações. Requer apenas um tênis confortável, uma bela paisagem e, se quiser, boas companhias

 DANÇAS
As de salão são uma boa alternativa para quem não gosta de monotonia. Podem ser mais intensas que a caminhada, pois movimentam o corpo todo. Mas não vale ficar no fundo da sala assistindo. A dança funciona como exercício aeróbico – desde que você dance sem parar
 NATAÇÃO
Recomendada como atividade aeróbica, é indicada para quem gosta de ficar sozinho, no silêncio. Tende a gastar menos energia que a corrida, mas tem a vantagem de não exercer impacto sobre as articulações. O ideal é complementá-la com exercícios de força
 HIDROGINÁSTICA
Pode ser programada para exercitar força e capacidade cardiovascular alternadamente. Aparelhos que aumentam a resistência da água intensificam o esforço e aumentam o suadouro, preservando coluna e joelhos. Ótima opção para “pegar pesado” sem precisar levantar peso
 MUSCULAÇÃO
Complemento importante dos exercícios aeróbicos, aumenta a massa muscular e o gasto energético. Também ajuda a proteger as articulações e fortalece os ossos. A pessoa pode fazer todos os exercícios sentada e com a coluna apoiada, o que facilita os movimentos para os muito obesos

Garanta seu emprego com as respostas certas
Selecionamos algumas das perguntas mais comuns feitas em uma entrevista na hora de disputar uma vaga - e ainda mostramos o caminho das pedras pra você se dar bem!
 
 

Para entrar o ano com o pé direito, nada melhor do que arrumar um trabalho bacana, com direito a crachá com foto, horário de almoço e tudo mais. Porém, o currículo, por si só, não garante vaga em lugar nenhum, por mais bem-feito que ele esteja. Já a entrevista pode ser um fator decisivo para uma empresa optar por esta ou aquela candidata. Isso mesmo! A tão temida conversa com o entrevistador, que causa insônia a muita gente, é uma das fases mais importantes de um processo de seleção.

Você está nessa situação? Então, antes de mais nada, é preciso saber que quanto mais relaxada estiver no dia D, melhor, pois assim é possível responder tudo com calma. Ninguém quer uma funcionária superansiosa, certo? Além disso, é sempre bom ficar atualizada, ler jornais, revistas, saber o que aconteceu nas últimas eleições, por exemplo. Parece bobagem, mas se mostrar uma pessoa bem informada pode contar muitos pontos. "O desempenho pessoal na entrevista irá definir a contratação, pois é avaliado se a candidata tem o perfil ideal para a empresa e o cargo que deverá ocupar", explica Rita de Cássia André Marques, consultora em RH, da Barduzzi Recursos Humanos (SP).

Veja as perguntas mais frequentes nas entrevistas e siga as dicas da especialista para se dar bem!

"Fale-me sobre você."
Este primeiro momento é para você mostrar seus atributos profissionais, como o domínio de línguas estrangeiras e de informática, experiência anterior, formação acadêmica, cursos suplementares, enfim, tudo o que você disser tem que valorizar o seu currículo. Falar da sua vida pessoal pode ser arriscado, a não ser que o entrevistador pergunte.

"Quais são seus objetivos a curto e longo prazo?"
Os objetivos devem ser sempre específicos, somente profissionais. Mais uma vez, lembre-se: evite se referir à vida particular. A curto prazo você deseja ser supervisora, por exemplo. Porém, a longo prazo, já traçou metas e pretende iniciar um curso de especialização, podendo ter outras oportunidades na empresa.
 
O que lhe atraiu na nossa organização?"
Neste caso, não vacile. Antes de tudo, procure saber o máximo que puder sobre a empresa que irá entrevistá-la. Atualmente, quase todas possuem informações disponíveis na internet e que poderão ser úteis durante a conversa.

"O que você procura na disputa por esta vaga?"
Uma das melhores respostas para essa pergunta é dizer que você busca novos desafios na sua vida profissional e a chance de contribuir para o crescimento da empresa.
"Quais são suas maiores qualidades?"
Não coloque muito entusiasmo na resposta, mas procure falar de desafios, de sua persistência para obtenção dos melhores resultados. Também pode demonstrar qualidades diretamente ligadas ao cargo em disputa, como dedicação, criatividade e responsabilidade. PS.: Evite soltar um "sou linda e interessante", por favor. Por mais que você realmente seja assim, pode soar um tanto quanto pedante da sua parte.

"O que considera como seu ponto fraco?"
Essa pode ser uma armadilha. Por isso, tente sutilmente transformar o tal ponto fraco em forte. Responda aquilo que, na verdade, é positivo, tal como "sou exigente e perfeccionista demais nas tarefas do dia-a-dia", por exemplo.

"Você prefere trabalhar sozinha ou em equipe?"
Saiba que na hora da entrevista detalhes aparentemente insignificantes podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Aqui, tudo dependerá do cargo. Mas nunca diga "tanto faz". Mencione o quanto é sempre bom trabalhar com pessoas diferentes, que você tem facilidade de se relacionar e se adapta às necessidades da empresa.

"Por que devemos contratá-la?"
Acredite, é possível responder a essa pergunta com tranqüilidade também. Diga, categoricamente, que tem o perfil ideal para a vaga e por isso respondeu ao anúncio.

"Você se considera uma líder?"
Não demonstre muita modéstia, responda afirmativamente e se mostre capaz de desenvolver mais essa qualidade.

"Cite um caso de sucesso na sua carreira."
Caso não tenha muito que falar da sua carreira, pois ainda quer ter uma, deixe claro para o entrevistador que o seu maior sucesso está por vir, graças ao seu desempenho pessoal e entusiasmo por novos desafios.

"Você estaria disposta a mudar de cidade?"
Se o entrevistador fizer esta pergunta e você ainda não havia pensado nessa hipótese, não feche as portas logo de cara, diga que pode pensar a respeito. Afinal, dependendo da oferta da empresa, pode valer a pena. Agora, se já estava disposta a se mudar, diga que sim, com toda segurança.

"O que você pode perguntar no final: N A D A."
Agradeça pela oportunidade, ouça o que o entrevistador tem a dizer sobre os resultados da entrevista e se coloque à disposição para outras informações que ele queira ter sobre o seu currículo.
Em boca fechada não entra mosca

Agora que você já sabe o que é legal na hora de responder as perguntas de uma entrevista de emprego, veja 10 atitudes que realmente podem afundá-la.

1. Usar gírias: Mostre uma linguagem um pouco mais sofisticada, mas não rebuscada, por favor! Palavrões são proibidíssimos!

2. Falar de salário logo de cara: A iniciativa de discutir sobre dinheiro não deve partir de você. Deixe essa tarefa para o entrevistador.

3. Ser evasiva: Evite respostas curtas demais como "sim" ou "não", seja sempre objetiva mas sem se estender demais.

4. Ser arrogante: Cuidado ao falar! Não queira ensinar ou ser superior ao entrevistador.

5. Mostrar humildade excessiva: Evite frases como "preciso muito desse emprego". Não cai bem e o entrevistador não lhe dará a vaga por pena.

6. Mentir sobre sua experiência profissional: Diga apenas o que pode provar.

7. Falar mal do seu chefe anterior: Aliás, nunca menospreze a qualificação de ninguém. Isso pode pegar suuupermal pra você.

8. Reclamar da empresa anterior: Dizer que foi perseguida no seu último emprego, por mais que seja verdade, pode parecer que você não era uma profissional competente e precisava de alguém a vigiando o tempo todo.

9. Atropelar o entrevistador: É preciso escutar o que ele tem a dizer. Além disso, responda tranqüilamente apenas ao que for perguntado, dessa forma passará mais credibilidade.

10. Fazer piadinhas: Nada de tentar criar "intimidade" com o entrevistador. Você não está numa reunião de amigos e, sim, sendo avaliada profissionalmente.

Diga o que pensa para ter mais amigos e sofrer menos
Expresse suas opiniões para prevenir estresse e depressão

Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/materia.vxlpub?codmateria=4200&utm_source=yahoo_dest&materia=4200&t=Diga+o+que+pensa+para+ter+mais+amigos+e+sofrer+menos

O filtro que divide as idéias pensadas daquelas que ganham voz é indispensável no dia-a-dia. Dizendo tudo o que pensa, é difícil manter o emprego, segurar o namoro e até preservar os amigos. Mas o contrário disso também não é nada saudável. "Quem abre mão de falar o que pensa não se deixa conhecer", afirma a psicóloga Madalena Cabral Rehder, coordenadora do Núcleo de Especialização em Psicodrama e Sociodrama de Santo André e Região.

 A timidez e a vontade de agradar são, em geral, as justificativas usadas pelos indivíduos que, quase sempre, ficam quietos o máximo possível. A estratégia, contudo, acaba pondo em risco o convívio social, ameaçado pela dificuldade de entender os desejos dessas pessoas e pela aparente falta de interesse que elas apresentam nas relações (afinal, expressão e participação andam de mãos dadas na maioria das vezes). "Deixar de expressar o que pensa é omitir-se perante a vida", diz a psicóloga.

Sem dúvida, há quem nasça com um temperamento mais reservado, precisando sentir confiança no ambiente antes de manifestar opiniões. Não há problema nenhum nisso, aliás é até saudável e evita constrangimentos. Isso porque essa avaliação funciona como uma espécie de vacina contra comentários não são adequados para o momento (seja pela superficialidade, seja pelo julgamento precipitado).

Mas não pense que se furtando de falar você consegue desenvolver essa habilidade. Segundo a especialista do Núcleo de Especialização em Psicodrama e Sociodrama, expressar bem os seus pensamentos e opiniões requer aprendizagem, com exercícios freqüentes e de dificuldade variável. Soltar o verbo entre amigos, por exemplo, tende a ser bem mais simples do que relatar a seu chefe sua insatisfação no trabalho.

Só lembrando que a comunicação é uma via de mão dupla: é importante falar e também ouvir, com o máximo de transparência possível, evitando questões mal resolvidas. "Aprender a se comunicar de forma espontânea e com criatividade favorece o crescimento pessoal e profissional", diz a psicóloga. As pessoas entendem as suas ações e, portanto, conseguem confiar mais em você graças à intimidade que é partilhada pouco a pouco.

Manual contra timidez
Receita pronta, para combater a timidez, não existe. Mesmo quem tem facilidade para se expressar, não raro, acaba sendo vítima de mal-entendidos. Se isso acontecer com você, use o episódio em favor da experiência (e não como fonte de lamentações e desculpa para se fechar ainda mais). "As falhas geram frustrações e ansiedades, que precisam ser vistas e revistas sempre por meio de uma análise com um psicólogo ou de uma auto-análise", recomenda Madalena Rehder.

Nos momentos explosivos, entretanto, o silêncio raramente encontra substituto melhor, seja você da turma expansiva ou mais retraída. "Nesses casos, o melhor mesmo é aquietar e, posteriormente, falar do assunto em outro momento propício. A cautela na comunicação muitas vezes é bem-vinda. Aprendemos com o outro, assim como o outro aprende conosco", diz a especialista.

A psicóloga ainda explica que as pessoas tensas, sob pressão do estresse, são as mais comprometidas nos seus discursos. Elas sentem que o mundo é um adversário e, para superar o problema, a dica é procurar um auxilio profissional da área de saúde (médicos, psicólogos), readquirindo sua energia vital da comunicação com criatividade e espontaneidade.

É até normal querer falar e ter as palavras atropeladas pelo choro. As emoções tornam o diálogo mais tenso e, por causa disso, é importante não deixar os sentimentos guardados, acumulando-se em forma de angústia. "Refletir, meditar e analisar sobre as situações vividas que não deram certo ou foram frustrantes são os exercícios mais difíceis, mas também os mais valiosos e saudáveis para as descobertas do amor próprio, para a aceitação pessoal e a para aceitar o outro", diz a psicóloga. Nestes exercícios, segundo ela, as falhas têm a chance de ser transformadas em fonte de aprendizagem.

Quando esse processo torna-se natural, culpa, raiva e medo desaparecem e você fica imune a males mais sérios, como a depressão. "O isolamento é uma maneira de mostrar que você precisa de cuidado", afirma a psicóloga. Mas, certamente, pedir ajuda traz resultados bem mais eficientes em comparação a esperar que alguém adivinhe que você está sentindo falta de acolhida.  type="text/javascript">

Uma soneca para potencializar a memória

Mesmo períodos curtos de descanso após as refeições podem melhorar a formação e consolidação da memória

 

 © ISTOCKPHOTO/DIANE DIEDERICH
Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/uma_soneca_para_potencializar_a_memoria.html
Os últimos 20 anos forneceram consideráveis evidências do papel fundamental do sono na consolidação da memória. O núcleo das pesquisas nessa área refere-se a importância do descanso noturno por períodos mais longos. Por esse motivo o tempo de sono realmente necessário para que seus efeitos sobre a memória se tornem significativos, do ponto de vista comportamental, ainda não foi suficientemente investigado, avaliam os neuroendocrinologistas Manfred Hallschmid e Suzanne Diekelmann da Universidade de Lüebeck, Alemanha. Mas há razões para presumir que, mesmo períodos curtos de descanso podem, de fato, melhorar a eficiência da memória.

Existem poucos estudos que investigam o efeito de um breve cochilo na consolidação de memórias declarativas ─ as que envolvem fatos e eventos. A maioria desses estudos descreve um melhor desempenho após o sono, quando comparado com a vigília, mostrando melhoras na eficiência de 4% a 46% na memória para pareamento de palavras após uma sesta. Até um cochilo rápido, em torno de cinco minutos, melhora a eficiência da memória em relação à vigília. Já uma soneca mais prolongada, de 35 minutos, mostra resultados muito superiores. Curiosamente, uma série de experimentos mostra que o sono beneficia a memória independentemente da hora em que se dorme, o que destaca o potencial cognitivo do cochilo após as refeições.

Uma pesquisa sobre memória procedural, ─ que inclui habilidades perceptivas e motoras, como aprender a tocar um instrumento ─ mostra que uma sesta de 60 a 90 minutos melhora a percepção visual apenas se, nesse período de sono, os olhos fazem os dois movimentos de ondas lentas e rápidas, as duas fases que o cérebro atravessa enquanto cochilamos.

Os estudos se concentraram nas habilidades motoras como, por exemplo, aquelas em que os participantes devem digitar várias vezes certas seqüências em um teclado. Após um sono de 60 ou 90 minutos há melhora no desempenho da digitação, mas resultados muito melhores são obtidos após uma noite inteira de sono.

Em resumo, essas observações sugerem que um cochilo pode ajudar uma pessoa a se lembrar do que acabou de aprender, mas ela precisa de períodos mais longos, com os olhos fechados, para extrair o pleno potencial do sono.

Eu me amo do jeitinho que sou!

Gordinha, magra demais, baixinha, sem bumbum, sem peito... Não há mulher perfeita. Fique ainda mais poderosa fortalecendo a auto-estima

por Lorena Verli
fonte http://mdemulher.abril.uol.com.br/bem-estar/reportagem/viver-bem/eu-me-amo-jeitinho-sou-408197.shtml

Que mulher nunca se sentiu insatisfeita com o próprio corpo? Há quem não esteja muito contente com uns quilinhos a mais ou com a falta de bumbum e de peito. Quase sempre existe algo que não está do jeito que a gente quer. Mas os defeitinhos nem de longe indicam que uma mulher é feia. "Uma pessoa
é tão bonita quanto permite mostrar a própria beleza ao mundo", explica o cirurgião plástico Rolando Zani, autor do  livro Não Tenha Vergonha de Ser Bonita (ed. Gente). 

>> Famosas também não são perfeitas


A magreza, a juventude e a perfeição têm sido tão valorizadas que, muitas vezes, a mulher se sente feia simplesmente por não estar dentro do padrão exigido. Mas isso está começando a mudar. Já existem algumas marcas de cosméticos fazendo propagandas com pessoas comuns, satisfeitas com o corpo. 

"A mulher tem de ser feliz do jeito que é", afirma Elizângela, que brilha em A Favorita mesmo longe de ser esquelética, como a maioria das estrelas da TV. Faça como a atriz e aprenda a valorizar seu corpo
com suas imperfeições.

Boas notícias para as gordinhas!


Homens gostam de mulheres volumosas
Uma pesquisa americana revelou que eles preferem as mulheres mais carnudas. Mesmo sem saber, eles acreditam que as curvas indicam fertilidade e saúde. 

Elas têm filhos mais inteligentes
Um estudo feito nos Estados Unidos mostrou que mulheres com curvas podem ter filhos mais inteligentes. Isso graças à alta concentração de ácidos das gorduras poliinsaturadas dos quadris - importantes para o desenvolvimento do cérebro do feto. 

Elas fazem mais sexo
Um levantamento comprovou que as gordinhas têm vida sexual mais ativa do que as que têm peso normal.

Elas foram idolatradas
Nos primeiros séculos da humanidade, as gordinhas eram idolatradas, de acordo com pesquisadores que analisaram desenhos numa caverna na Polônia.

Conheça os 10 mandamentos da beleza

Fonte: http://beleza.terra.com.br/mulher/interna/0,,OI1955214-EI7623,00.html

Quem disse que é difícil manter o visual perfeito no dia-a-dia? Colocando em prática alguns mandamentos que toda mulher antenada deve ter guardados na memória, você verá como seus probleminhas com o espelho serão coisa do passado.

1. Nunca saia de casa sem óculos
Mais do que deixar o visual extremamente poderoso, esse acessório da moda é parceiro número um na hora de manter os olhos protegidos dos raios solares. Além de evitar que a gente contraia os olhos, favorecendo o aparecimento dos "pés-de-galinha", os óculos mantêm a retina protegida dos raios UVA e UVB.

2. Jamais esqueça de passar batom
E de preferência com ação hidratante! Esse hábito deve ser incorporado à sua vida da mesma forma que o de escovar os dentes após a refeição. O produtinho evita que os lábios fiquem ressecados e descamando. Há ainda as versões com FPS, perfeitas para evitar o envelhecimento precoce dessa região. Além disso, o batom é capaz de levantar o astral de qualquer mulher em questão de segundos.

3. Proteja-se do sol diariamente
Você já deve estar cansada de saber disso, mas nunca é demais lembrar. Então lá vai: é essencial manter a pele bem protegida contra os efeitos nocivos do sol. Além de serem a principal causa do envelhecimento, os raios solares podem levar ao aparecimento do câncer de pele. Por isso, invista nessa batalha em prol da sua beleza e da sua saúde. E como armas, vale tudo: desde chapéus e bonés, até protetor solar com FPS 15, no mínimo, todos os dias - inclusive naqueles em que o sol está bem escondidinho atrás das nuvens. Se você for bem branquinha, vale reaplicar o filtro solar à tarde.

4. Cuide do seu cabelo com carinho
A gente sabe que com a correria do dia-a-dia fica difícil resistir em prender as melenas com o primeiro elástico que encontramos pela frente. Só que esse ato que parece tão inofensivo, pode colocar a beleza dos seus fios por água abaixo. Explicando: é que se não for encapado com tecido, o elástico de cabelo quebra as fibras capilares na sua extensão. Por isso, na hora de fazer um rabo-de-cavalo ou um coque, fique com os itens de tecido ou de acetato.

5. Hidrate-se por dentro e por fora
O motivo é simples: nosso organismo depende da água para realizar as funções vitais perfeitamente. Funcionando bem por dentro, nosso corpo fica lindo por fora, ou seja, as unhas ficam fortes, as madeixas brilhantes, a pele macia. E por falar em pele, vale lembrar que é preciso reforçar a hidratação com cremes corporais e faciais para evitar o efeito craquelado e sem viço. Então, você já sabe: beba, pelo menos, 2 litros de água por dia e besunte-se de hidratantes após o banho.

6. Durma 8 horas por dia
Já ouviu falar no sono da beleza? Então, ele existe mesmo! Quando dormimos bem, acordamos com corpo e mente descansados, assim como o rosto sem sinais de olheiras e cansaço. Mas para aproveitar esse momento com ao máximo, vale recorrer à alguns rituais antes de pular na cama:
- tome um banho relaxante;

- beba um copo de leite quetinho;
- mantenha a televisão desligada;
- escute um CD de música new age, mas mantenha o som bem baixinho.

7. Mantenha-se longe do cigarro
Ele faz mal à saúde. Ou melhor: faz muito, mas muito mal! O sistema respiratório fica prejudicado e você ainda pode adquirir câncer de pulmão. Agora, além desses motivos fatais, você ainda precisa saber que a nicotina favorece o envelhecimento precoce, deixa a tez opaca e acizentada, os dentes mais escuros e favorece o surgimento de rugas ao redor dos lábios.

8. Dê atenção às suas mãos
Elas vivem expostas às agressões externas, como sol, vento e poluição. Com isso, acabam ganhando uma aparência de mal cuidadas. E o que é pior: de envelhecidas - entregando a idade de qualquer ser humano. Por isso, lembre-se de aplicar protetor solar nas mãos diariamente e hidratante específico para a região ao longo do dia. Além disso, mantenha as unhas sempre bem feitas e esmaltadas.

9. Tire alguns minutos para relaxar
Reserve pelo menos um dia da semana para se entregar aos benefícios da massagem. Não importa se ela for relaxante, linfática, modeladora ou redutora. Durante os movimentos realizados pelo massoterapeuta, aproveite para afastar todos os pensamentos da mente e concentrar-se somente em você. Depois dessa horinha de massagem e interiorização, vai ser impossível não sair se sentindo bela e uma nova pessoa.

10. Sorria para a vida
Está mais do que comprovado, rir é o melhor remédio. Por isso, esqueça a cara feia no fundo da gaveta e tente enxergar sempre o lado bom da vida (até mesmo nos momentos mais difíceis). Isso sem falar que o semblante de uma pessoa sorridente e feliz é mil vezes mais bonito do que o de uma pessoa amargurada

recebi, achei interessante e estou repassando

IMPORTANTE
POR FAVOR PRESTE ATENÇÃO
 
Isto é muito importante e pode salvar a vida de uma pessoa ! 
 
 
Isto pode ser útil:
Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente.
Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa dos seus sapatos novos.
Os seus amigos ajudaram-na a levantar-se e trouxeram-lhe um novo prato de comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentando desfrutar da festa durante o resto da tarde.
Mais tarde o marido ligou para os seus amigos informando-os que a sua mulher havia sido levada ao hospital onde veio a falecer. Havia sofrido um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o churrasco.
Se o seu esposo e amigos soubessem  como reconhecer um AVC, talvez hoje ela estivesse viva.
 
 
Reconhecer um AVC 
 
 
Um neurologista afirma que se o chamarem dentro das  primeiras 3 horas, os efeitos de um AVC podem ser revertidos totalmente. Afirma que é crucial diagnosticá-lo e prestar assistência ao paciente nas três horas subsequentes.  
 
 
Lembre-se dos '3' Passos. Leia e aprenda!
Actualmente os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo mediante três simples perguntas :
1. Peça que a pessoa SORRIA.
 
2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
 
3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (Coerente)
                  (por exemplo . . . Hoje está um dia ensolarado) 
 
Se ele ou ela apresentar dificuldades numa destas três questões, chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas. 


 
Depois de descobrir que um grupo de voluntários que não são médicos podem identificar a debilidade facial , a debilidade motora dos braços e a debilidade na fala, os investigadores apelam ao público em geral para que aprenda estas três perguntas. Uma maior divulgação deste teste pode facilitar um rápido diagnóstico e tratamento do AVC e evitar danos cerebrais.
Um neurologista disse que se cada um de nós reenviar este e-mail a 10 pessoas, pelo menos uma vida pode ser salva.


 
SEJA AMIGO
E COMPARTILHE ESTE ARTIGO
COM O MÁXIMO DE AMIGOS POSSÍVEL,
poderá salvar vidas

A árvore da família

O resgate de nossos ancestrais

Oscar D'Ambrósio*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

São raras as pessoas que não se interessam pelas próprias raízes. A maioria deseja saber de onde veio, o que faziam seus antepassados e como a família foi se articulando ao longo dos tempos. Num país formado por imigrantes como o Brasil essa preocupação é ainda mais importante, já que as procedências são as mais diversas.

Em "A árvore da família", Maísa Zakzuk retoma brevemente a origem de seus antepassados, sírios e portugueses, para estimular crianças e adolescentes a montarem a própria árvore genealógica. Isso é feito sem didatismo, mas com extremo bom humor e com grande número de informações, desde as essenciais a meras curiosidades.
Nesse sentido, a metáfora da árvore como representação gráfica que expressa a recuperação das origens de uma pessoa ou de uma família ganha múltiplos significativos, já que ela, tanto no plano simbólico, como representação da vida, como no literal, é, com suas ramificações, ideal para resgatar ancestrais.

Maísa desenvolve o tema com riqueza de detalhes e, auxiliada pelas ilustrações bem-humoradas de Tatiana Paiva, retoma a saga dos imigrantes para o Brasil. Acima de tudo, porém, estimula o leitor a agir como um repórter familiar, dando até um roteiro para que ele penetre nas entranhas do passado de seus predecessores.

Não se atém o livro, porém, apenas a relação entre passado e presente. Também são discutidas questões referentes ao nome. É esclarecido que cada um tem um significado (lista é apresentada ao final) e diversas interpretações são mencionadas sobre os motivos mais comuns que levam os pais a escolherem nomes, como, por exemplo, homenagear o dia do santo em que a criança nasceu.

A origem dos sobrenomes, com considerações sobre os mais populares, como Smith ("ferreiro"), em inglês, merece destaque, assim como uma introdução a uma ciência às vezes não devidamente valorizada, a heráldica, que estuda os brasões e, por conseqüência, a história dos antepassados de famílias nobres.

Principalmente para os descendentes de imigrantes, o livro ganha um sentido muito especial, já que incita a pesquisar costumes familiares como alimentos e palavras de uso comum e curiosidades da história pessoal, como hábitos. Isso sem contar a "caça" por documentos, como passaportes antigos e outros papéis ligados à chegada de pais, avôs e bisavôs ao Brasil.

Mesmo se o jovem leitor for adotado ou tiver um histórico familiar complicado em termos de pais separados ou falecimento precoce de parentes próximos, o livro pode ser utilizado sem risco de algum tipo de "saia justa", pois a publicação deixa claro que o importante de uma família, seja pelos laços biológicos ou não, é o carinho que une os seus membros.

Esse clima intimista é reforçado pelas ilustrações. Os melhores conjuntos tratam as tradições familiares, com fotos antigas, de modo a preservar o valor do tempo passado, mas sempre dentro de uma diagramação moderna, no sentido de um forte diálogo com o texto. Essa harmonia valoriza o livro e o torna, sem dúvida, um excelente caminho para que cada leitor, jovem ou não, busque percorrer os percursos das próprias raízes.

Matemática em todas as disciplinas

Linguagens como gráficos, linhas do tempo e estatísticas são importantes demais para que seu aprendizado fique restrito a essa matéria

Luis Carlos de Menezes

Revistas, jornais e noticiários de TV fazem amplo uso de valores numéricos, porcentagens, proporções, taxas, índices e gráficos. Os temas das reportagens variam, indo das finanças à previsão do tempo, passando por esporte, trânsito, meio ambiente, política, saúde. O fato mostra quanto o domínio das linguagens matemáticas é uma condição de cidadania que a Educação Básica tem de garantir. E isso só se consegue com um planejamento escolar articulado.

Ao aprender as primeiras operações, as crianças já podem ser orientadas a ajudar os pais a comparar preços e a somar os valores dos produtos no carrinho de compras para não ultrapassar a despesa prevista - atitude de consumo responsável. Ao longo das séries iniciais, é possível desenvolver habilidades como medir e estimar quantidades. Nas mais avançadas, cabe o uso de taxas de variação - por exemplo, no cálculo da vazão de uma torneira aberta ou na previsão do consumo mensal de energia de aparelhos domésticos.

Sem prejuízo do ensino de conteúdos próprios, as aulas de Matemática são momentos privilegiados para a formação prática, que deve ser completada em atividades nas demais disciplinas. Isso se dá de muitas maneiras: quando os alunos usam mapas em diferentes escalas e analisam dados estatísticos de renda e condições de vida em Geografia; convertem unidades e organizam tabelas e diagramas sobre processos naturais em Ciências; medem um colega para desenhá-lo em proporções reais e usam recursos geométricos para representar perspectivas em Arte; usam linhas de tempo em que uma escala de Anos é zoom de uma escala de séculos em História; registram desempenhos atléticos e dados ergométricos em Educação Física; e produzem textos de ficção com base no gráfico de um saldo bancário pessoal ao longo do ano em Língua Portuguesa.

Sem atividades desse tipo, crianças e jovens terão um menor domínio prático dessas linguagens. E isso não se corrige simplesmente com uma proporção maior de aulas de Matemática, especialmente se elas se concentrarem na "gramática". O que fazer, então, para garantir aquelas práticas em toda a grade curricular? É preciso planejar, e o exercício de linguagens matemáticas nas várias disciplinas - mais do que possível, essencial - só ocorre se for previsto no projeto pedagógico, que não pode ser um documento de gaveta. E não fica prejudicado o ensino de Arte ou o de Geografia se os estudantes aprenderem a desenhar a cabeça de um adulto com 1/8 da altura do corpo, a avaliar distâncias em perspectiva comparando triângulos, a reproduzir o trajeto da escola para a casa num guia com escala 1/10.000, tomando 1 centímetro por 100 metros, ou a calcular o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município em que vivem.

Antes que se enciúmem disciplinas colocadas "a serviço" da Matemática, vale lembrar que um bom projeto pedagógico não omite a importância da História no ensino de Arte ou das Ciências no ensino de Geografia - para ficar só em dois exemplos - e vice-versa. Aliás, o que foi dito sobre Matemática vale para Língua Portuguesa, que também se aprende em todas as aulas se os professores fizerem um trabalho coordenado e atento aos avanços da turma.

Qual é a melhor maneira de repreender uma criança?

http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u3.jhtm

Por Içami Tiba
Uma família está almoçando num restaurante, num domingo, onde também estão outras famílias. Os filhos são crianças e, do nada, a filha do meio empurra o mais velho, enquanto os pais estavam entretidos com a caçula. Imediatamente o pai interfere repreendendo os dois: "parem com isso já!" Silêncio total na mesa...

Um nadinha de tempo depois, é o mais velho que solta para a irmã do meio um: "pára de me cutucar!" O pai já se irrita e resmunga aos dois: "já falei para pararem com isso!" E a mãe se dirige ao marido: "fica calmo, meu bem, relaxa! Estamos nos divertindo..." O pai fica emburrado.

A caçulinha pergunta: "o que foi, papai? Por que você está bravo?" A mãe logo lhe responde: "não foi nada, filha, continue desenhando..."

Entendendo esta situação:

Repreensor: pai sozinho -- Ele foi solicitado pela filha do meio para dar uma bronca no irmão mais velho. Mas ele bronqueou os dois e não somente o mais velho. Papai não entrou no jogo da filha do meio. Ele deve conhecer seus filhos, pois não bronqueou somente o filho. Ele sabe que o relacionamento dos dois sempre foi de um cutucar o outro. Este é o clima permanente. Não importa mais descobrir "quem começou". O problema é relacional. O repreensor tentou estabelecer uma ordem funcional para não estragar o almoço de domingo da família. Mas sua figura é de uma autoridade jurássica: paciência curta, voz grossa e mão pesada. Não precisou usar a mão pesada, nem estava impaciente mas a voz saiu mais grossa do que falava com a caçula.

Repreendidos: dois filhos mais velhos -- Mereceram a repreensão pois passaram do ponto social e adentraram no clima familiar, isto é, talvez em casa rolasse já uma briga entre os dois. O gênero feminino entrou em ação: empurrou o irmão e deu a entender ao pai que ela estava se defendendo do que o irmão lhe fizera, usando a agressão como meio de defesa. Ela poderia ter repreendido diretamente o irmão, antes de apelar para o pai. Só Deus sabe onde esta "intriga" começou. Cada um jura de pés juntos que quem começou a confusão foi o outro. Ninguém estava lá para perceber se houve um cutucãozinho ou um "pontapezinho" por baixo da mesa. Era brincadeirinha que foi transformada em denúncia pela filha meio. O irmão deu o troco para a irmã do meio quando a denunciou com o "pára de me cutucar". Será que ela o cutucou de fato? Com isso ele se sentiu vingado.

Mediadora: A mãe -- colocou os "panos quentes", na tentativa de voltar ao clima de família almoçando feliz num restaurante gostoso. Protegeu os filhos e, mandando-lhes o recado "não façam o pai ficar nervoso", disse ao marido que ele já estava nervoso. Ninguém pede calma a quem está calmo.

Ingênua: A caçula que curtia o domingo como filha única. Com a sua pergunta ela pôs o de dedo na ferida da família. O problema é o papai ficar bravo...

Local da repreensão: Ambiente público. Em casa, num clima mais íntimo, talvez tudo desandasse ou passaria batido dependendo do tipo de reação que os pais tivessem.

Dica: Para uma repreensão dar o resultado esperado pelo repreensor, é preciso ter bem claro o que ele pretende:

1. Quer resolver na hora a inadequação?
2. Não quer ser incomodado?
3. Quer descarregar a raiva?
4. Seja o que Deus quiser?
5. Quer educar preparando as crianças para o futuro?

Moral da história: Repreender é ação educativa dos pais às crianças, sem nervosismo, com foco no futuro.

Prática de exercício pode anular gene da obesidade, diz estudo

A prática de exercícios pode anular os efeitos de uma mutação genética associada à obesidade, segundo um estudo da Universidade de Maryland publicado nesta semana na revista especializada "Archives of Internal Medicine".

Recentemente, foi demonstrada uma forte relação entre a alta massa corporal e variantes de um gene em particular, conhecido como FTO (o gene de massa de gordura e obesidade associadas).

Aqueles que carregam duas cópias do FTO têm mais chances de se tornarem obesos, mas o estudo realizado entre 704 integrantes da comunidade amish dos Estados Unidos demonstrou que um estilo de vida ativo parece reduzir este risco.

O grupo foi escolhido por ser considerado geneticamente "puro", o que permite o rastreamento de seus antepassados por até 14 gerações - até os primeiros colonizadores europeus que, no século 18, migraram para os Estados Unidos.

Mutações
As mutações associadas à obesidade estão presentes em 30% das populações européias. Apesar de a dieta e o estilo de vida também influenciarem no peso, não se sabe exatamente como elas interagem com os genes.

Diversas variações genéticas já foram ligadas à obesidade, mas nenhuma é, por si só, responsável por isso. A variação mais comum, entretanto, é a do FTO - estima-se que metade da população européia carregue pelo menos uma cópia do gene.

Não se sabe exatamente como ele influencia o ganho de peso, mas alguns cientistas sugerem que ele pode ter um papel no apetite de um indivíduo.

Neste estudo, os movimentos dos voluntários foram medidos através de um "acelerômetro" durante uma semana.

Os cientistas concluíram que, apesar de a esperada ligação entre a mutação do FTO e o alto índice de massa corporal ter sido encontrada entre os voluntários menos ativos fisicamente, a mutação não teve efeito entre os indivíduos que apresentavam altos níveis de atividades físicas - o equivalente a três ou quatro horas diárias de atividades moderadamente intensas.

"Os nossos resultados sugerem fortemente que o aumento do risco de obesidade por conta de suscetibilidades genéticas pode ser anulado através de atividades físicas", disse o médico Soren Snitker, que liderou a pesquisa.

"Alguns desses genes que parecem causar obesidade no nosso ambiente moderno podem não ter tido esse efeito alguns séculos atrás, quando a vida da maioria das pessoas era semelhante à dos atuais fazendeiros da comunidade amish."

Psiquiatra alerta para aumento de casos de depressão infantil

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/estado/2008/09/08/ult4513u1483.jhtm

Rio de Janeiro - Ser criança é não ter preocupações, comer bolo de chocolate, tomar banho de chuva, brincar com os amigos. Mas essas 'imagens' tão freqüentemente ligadas à infância podem ocultar uma outra realidade: nos últimos anos tem crescido o número de casos de depressão infantil. No ambulatório infanto-juvenil da Santa Casa da Misericórdia, no Rio, que oferece atendimento psiquiátrico gratuito a crianças de baixa renda desde 1995, o número de crianças com depressão aumentou cerca de 10%. Desde o início do programa, 250 pacientes com sintomas depressivos já foram atendidos por uma equipe multidisciplinar, com psiquiatras, psicólogos e fonoaudiólogos.

Até novembro do ano passado, o ambulatório atendia apenas crianças com idade entre 6 e 18 anos, mas, como os sintomas depressivos estão se apresentando cada vez mais cedo, o psiquiatra Fabio Barbirato, coordenador do programa, abriu inscrições para tratar crianças de 3 a 6 anos, que hoje já correspondem a 30% do total de atendimentos.

"As crianças de hoje sofrem mais pressões do que as das gerações anteriores. Elas têm de lidar com muito mais freqüência com a ausência dos pais, que passam a maior parte do dia trabalhando, com as separações - que muitas vezes vêm acompanhadas de agressões verbais ou físicas na frente dos filhos", diz.

Para Barbirato, a cobrança excessiva de bom desempenho escolar e a exigência de que as crianças cumpram uma série de regras e atividades quando deveriam estar brincando também pode ser gatilho para a depressão.

Genética - Os fatores genéticos também têm importante papel no desenvolvimento de depressão. O psiquiatra calcula que cerca de 80% das crianças deprimidas tenham um ou ambos os pais com a mesma doença. Nos quadros depressivos existe um desequilíbrio entre serotonina e noradrenalina, neurotransmissores que fazem a comunicação entre os neurônios.

Uma pesquisa da Universidade de Pittsburgh indica que a depressão pode estar relacionada à produção irregular do hormônio do crescimento. No estudo, ficou demonstrado que as crianças depressivas fabricavam uma quantidade inferior dessa substância, mas os pesquisadores não sabem explicar por que esse decréscimo ocorre.

Dados da Associação Americana de Psiquiatria Infantil indicam que de 8% a 10% da população norte-americana nessa faixa etária tenha sintomas depressivos de diferentes graus. Barbirato enfatiza que, para reconhecer os sintomas em crianças na fase pré-escolar, os pais precisam estar bem atentos aos sinais não-verbais. Regressões motoras ou psicológicas, como voltar a fazer xixi nas calças, quando a criança já não usa mais fraldas, e ter medo repentino do escuro podem ser sinais de que algo não vai bem.

AE

Tudo o que você precisa saber sobre a pílula do dia seguinte

Fonte?
http://blog.uol.com.br/showposts.html?idBlog=13432

Tem muitas garotas tomando a pílula do dia seguinte como se fosse um método anticoncepcional. E, pior, sem orientação médica. Elas nem sabem que, mal usada, a fórmula oferece riscos. Aceite nosso convite para um bate-bola que resolve todas as suas dúvidas

reportagem Monique dos Anjos e Mariliz Jorge| foto Gal Oppido

"Namorava há três anos e sempre tomei anticoncepcional. Só que me esqueci da pílula duas vezes no último mês e acabei transando sem camisinha. Com medo de engravidar, usei a pílula do dia seguinte."
Carol, 23 anos

Troquei a camisinha pela pílula do dia seguinte duas vezes. Na primeira, um ex-namorado insistiu para transarmos sem nada e eu cedi. Na hora, não me preocupei com a Aids ou outras doenças. Na segunda vez, um novo namorado me convenceu a transar sem camisinha. Mas percebi que isso poderia me prejudicar. Hoje, com namorado fixo, optei pela pílula. Sai bem mais barato e é bem menos estressante."
Laura, 25 anos

"Fazia um mês que estava saindo com um surfista bonitão, que conheci num feriado. A noite foi mágica, a não ser por um detalhe: a camisinha estourou. Com medo de engravidar, tomei a pílula do dia seguinte."
Ana, 26 anos

Das três garotas, Ana foi a única que usou a pílula do dia seguinte de acordo com a recomendação. “Administrada de maneira responsável, ela é um bom método para evitar uma gravidez indesejada”, diz a ginecologista e obstetra Andréa Campos, do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, ONG paulistana especializada em saúde da mulher. O contraceptivo de emergência, cujo princípio ativo é o levonorgestrel, tem indicações precisas. Serve para situações como quando o método preventivo que você escolheu falha, em casos de violência sexual ou estupro.

Mas tem muita mocinha merecendo um puxão de orelha por agir como Laura e Carol, que tomaram a pílula sem orientação médica e em substituição à camisinha. O alerta vem do Programa do Adolescente do Estado de São Paulo. Segundo pesquisa realizada pelo órgão, 33% das garotas que tomaram esses comprimidos não se preocuparam com nenhum método contraceptivo. A consultora de saúde Ana Fátima Galati, do Coletivo Feminista, acredita que a falta de informação começa dentro de casa. “Elas temem mostrar a pílula anticoncepcional para os pais e assumir que já iniciaram a vida sexual”, diz. Sem falar nas garotas que, como não estão com namorado fixo, não querem tomar hormônio todo dia e acham que é um bom negócio recorrer à pílula apenas quando rola a transa. Doce ilusão: dois comprimidos equivalem a meia cartela de um anticoncepcional de baixa dosagem. A seguir, acabe com todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Tire suas dúvidas sobre o contraceptivo de emergência

Como a pílula deve ser tomada?
Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a eficácia.

A pílula funciona como um abortivo?
Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozóide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.

Preciso de receita médica para comprar a pílula?
Sim. Embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.

Ela pode causar efeitos colaterais?
Sim. O mais freqüente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarréia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjôos para tomar ao mesmo tempo.

Existe contra-indicação?
A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.

Se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito?
Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.

Posso trocar a camisinha pela pílula?
Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.

A pílula do dia seguinte é também um método contraceptivo?
Não. Como o próprio nome diz, ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas mulheres estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais.

Mesmo tomando essa pílula é possível engravidar?
Sim. Como todo método, há risco de falha. Como já foi dito, quanto mais cedo a pílula for tomada, maior a sua eficácia.

O uso pode afetar o aparelho reprodutor?
Pode. A curto prazo causa uma verdadeira revolução na produção hormonal da mulher. Já, a longo prazo, depende da quantidade de vezes que a pílula do dia seguinte foi usada. Quanto mais, maiores os riscos. Caso ocorra a gestação ectópica, a mulher poderá perder uma trompa e isso dificultará uma futura gestação.

Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação?
Não. Terá se protegido somente da relação que aconteceu antes de ter tomado a pílula. Você precisa adotar um método contraceptivo eficiente para ser usado no dia-a-dia.


  AMIZADE SEMPRE DEVE EXISTIR
Marcial Salaverry 
                                            
A amizade é um sentimento que sempre deve ser considerado.
Poderemos viver sem ter um amor, mas será muito mais difícil prosseguir vivendo, se não tivermos nenhuma amizade, que sempre poderá nos auxiliar, aliviando uma eventual solidão. Não há tristeza que resista a uma boa companhia. E nas alegrias então?  Que graça tem em se comemorar uma vitória sozinho? Temos que dividir com alguém.
Meu amigo L’Inconnu deixou uma mensagem sensacional sobre amizade:
Amigo é aquele presente que Deus nos dá, para ouvir e aliviar nossas dores.  Portanto, sejamos recíprocos. Para ter um amigo, precisamos ser amigo.
Ufa!!!  Essa deu o que pensar.  Reciprocidade é o segredo.
O que queremos para nós, precisamos dar também...
Porque amigos são aquelas pessoas que podem escutar nossos desabafos, podem ouvir nossos penares. Deve ser muito triste, se estivermos com alguma mágoa muito grande, algo que muito nos feriu, e não termos ninguém para nos ouvir.  Ninguém com quem possamos abrir nosso coração, e que nos possa dizer algumas palavras de conforto, pelo menos.
Por isso se por acaso deixarem de falar com algum amigo, não fechem o canal de comunicação.  Deixem aquela ponte chamada amizade ainda aberta, pois sempre haverá a possibilidade de um reencontro, de um reatamento.
Pode-se facilmente notar que de um amor, por mais intenso que tenha sido, conseguimos nos esquecer.  Mas de um amigo, é muito mais difícil.  Boas e fiéis amizades marcam nossa vida muito mais do que eventuais amores. Quando existe aquela amizade profunda entre pessoas que se amam, mesmo que o amor termine, a amizade perdura, pois o vínculo de amizade, quando bem enraizado resiste a tudo. E o amor, nem sempre.
Mesmo que um eventual afastamento dure muito tempo, a amizade sempre permanecerá latente, sempre ficará na lembrança, e, na primeira oportunidade a velha amizade será reatada, algumas vezes até mais intensamente.
A amizade resiste até mesmo à morte. Quando alguém por quem sempre tivemos um sentimento de amizade muito forte empreende a última viagem, sua lembrança sempre permanecerá em nossa memória.  Um amor pode ser substituído por outro.  Um amigo perdido, nunca será substituído. Poderemos formar novas amizades, mas aquela lembrança sempre nos acompanhará.
Façamos um exercício de memória. Experimentem puxar pelas lembranças. Vejam se não é mais fácil recordar-se das amizades da infância, de episódios vividos com amigos, do que daqueles namoricos que sempre tivemos em nossa infância ou juventude.
De quantas amizades conseguimos nos lembrar, e de quantos namoros.  As amizades fatalmente serão quase todas citadas, enquanto os namoros, salvo aqueles em que houve um envolvimento maior, mesmo porque nesse caso, sempre o amor também trouxe a amizade, e por isso marcou mais.
Portanto, dedique um pensamento a mais para algum amigo que tenha. Se por qualquer razão já há muito tempo não se comunica com algum amigo, aproveite esta lembrança, e o faça.  Saiba que por mais longo que seja o afastamento, a amizade persiste e resiste. Já com um amor isso não ocorre.  Ele não resiste a um afastamento longo.  E uma amizade resiste.
E num sinal de muita amizade, unamo-nos num círculo imaginário, dando-nos as mãos e nos desejando mutuamente, UM LINDO DIA.
 
Ter uma amizade,
é, de verdade,
descobrir a felicidade...
 

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher